Imagine um mundo onde pessoas com diabetes e com problemas cardíacos desejam tomar um refrigerante gelado, mas não podem devido a leis que proibem a fabricação de bebidas diets. Algo impossível de se pensar hoje em dia, não é mesmo?

Mas assim era no Brasil até o fim da década de 80. E esta mudança só aconteceu graças a Dolly. Enquanto grande parte do mundo oferecia opções de refrigerantes diets para pessoas com restrições, ou simplesmente que desejavam manter a forma, o Governo Federal não autorizava a utilização de edulcorantes sintéticos nas fórmulas de bebidas até o ano de 1987.

Graças a uma lei que foi decretada em 1973, baseada em pesquisas realizadas na década de 60, nos Estados Unidos, que mostravam resultados desfavoráveis quanto ao uso de adoçantes sintéticos em quantidades exageradas, não podiam ser fabricados estes tipos de bebidas no Brasil. Mais de 20 anos depois, já existiam diversas pesquisas que desmistificavam esta análise, mas continuávamos atrasados em relação a este avanço no contexto mundial.

A contradição nesta história toda é que outros alimentos eram fabricados nacionalmente, contendo as mesmas substâncias que eram proibidas para o refrigerante, como: gelatinas, pudins, sorvetes e chocolates. Ou seja, os adoçantes sintéticos nunca deixaram de fazer parte da dieta dos brasileiros.

Enquanto o Ministério da Agricultura negava a fabricação dos refrigerantes com os tais adoçantes sintéticos, o Ministério da Saúde autorizava diversos outros produtos dietéticos para produção. O que faltava era alguém de visão para mudar este cenário proibitivo, e que fosse capaz de acabar com esta contradição burocrática.

Uma batalha que foi travada por Laerte Codonho, fundador da Dolly, em 1987. Durante as fases de teste para encontrar a fórmula ideal do Diet Dolly, ao lado das equipes de pesquisa da marca, o fundador e presidente da empresa brasileira de refrigerantes teve, por diversas vezes, o seu registro negado pelo Governo Federal.

Após exaustivas tentativas de patentear o produto, Laerte Codonho entrou com uma ação judicial contra a tal lei que proibia a produção dos refrigerantes dietéticos, batendo de frente com diversos órgãos de autoridade do Brasil que lutavam com unhas e dentes para manter sua posição em relação ao tema.

Foi então que em 1988, o Poder Judiciário Federal decretou a vitória da Dolly na ação, autorizando a comercialização dos produtos fabricados pela marca. As vendas do Diet Dolly Limão e Diet Dolly Guaraná deram início ao mercado nacional de refrigerantes dietéticos. Uma grande vitória para a marca, para as empresas produtoras de refrigerantes diets e dos milhões de brasileiros que possuem restrições quanto ao açúcar.

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